Dia da Europa 9 de Maio
Author: Pires // Category:Vimos a bandeira e o seu significado e ouvimos no computador o hino, que é a 9.ª sinfonia de Beethoven- Hino da Alegria.
Aprendemos que houve três senhores, os pais da União Europeia, que tinham como objectivos acabar com a guerra e unir os países da Europa para que tivessem mais força. Esta força poderia ser a todos os níveis; saúde , educação, direitos humanos, ....
Descobrimos que os políticos franceses Jean Monnet e Robert Schuman,assim como Konrad Adenauer , político alemão foram os pais da União Europeia. Os primeiros passos foram dados a 9 de Maio de 1950. Inicialmente era conhecida como Europa Comunitária.
O desejo do político Alemão, Konrad Adenauer " ...o meu sonho é que lhes possamos vir a chamar Estados Unidas da Europa " a esta união de alguns países europeus.
Na nossa perspectiva, o seu sonho concretizou-se porque todos os países juntos formam a União Europeia, mais forte.
Embora as línguas, os costumes e as tradições sejam diferentes, todos juntos ficam culturalmente mais ricos. Têm mais força a muitos níveis.
A União Europeia criou uma moeda única, o Euro. Nem todos os países a doptaram.
Neste momento há já 27 países que integram a União Europeia.
O lema defendido por estes países unidos é "Unidos na Diversidade"
No dia de hoje, 9 de Maio, o Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso recebe a chave da cidade de Lisboa.
Esta cerimónia só aconteceu, anteriormente, com duas pessoas: Carlos Lopes e José Saramago.
Estas pessoas têm sido muito importantes para o país e, por isso, têm direito a distinguir-se!
David e Diogo - 4.º ano
Criar Banda Desenhada
Author: Pires // Category:A luz da esperança...
Author: Pires // Category:Medo!!
Author: Pires // Category:"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia é quando os homens têm medo da luz". Platco
A caixinha das mensagens!!
Author: Pires // Category:Nela podemos deixar mensagens uns aos outros e a professora pode deixar recados, memorandos de algo que se possa vir a fazer ou a passar durante os dias de aulas.
Dá sempre jeito!
Assim acabamos por comunicar uns com os outros e aperfeiçoamos a leitura e a escrita.
No dia em que os nossos colegas foram a Aveiro, às competições do PmatE, deixaram-nos mensagens de agradecimento e até nos fizeram ter um pouquinho de "inveja" deles.
Escreveram que iam à praia e em coisas que nós não podíamos partilhar com eles.
Nós também lhes colocámos lá uma mensagem a contar como tínhamos passado o dia sem eles.
É divertido...experimentem fazer uma na vossa escola.
Alunos do 3.º e 4.º ano
O menino Bruno de Outeiro Jusão
Author: Pires // Category:Professora Adosinda
Ensinou-me a fazer a prenda para a minha mãe
Cortaste esponja para pintar
Pintar o vidro transparente
Com tinta
Mas não contente
Com verniz abrilhantado
O prato que eu vou dar.
Obrigado professora Adosinda
Bruno- 2º ano de Outeiro Jusão
Ensinou-me a fazer a prenda para a minha mãe
Cortaste esponja para pintar
Pintar o vidro transparente
Com tinta
Mas não contente
Com verniz abrilhantado
O prato que eu vou dar.
Obrigado professora Adosinda
Bruno- 2º ano de Outeiro Jusão
MÃE!!!
Author: Pires // Category:É para ti e dou-to com muito carinho.
Beijinhos para as mamãs de Vila Nova de Veiga e de Bóbeda
Trabalhinhos para as Mães...Atelier de Pintura
Author: Pires // Category:Mensagens para as Mães de Vila Nova e Bóbeda
Author: Pires // Category:Dia da Mãe
Author: Pires // Category:Quero-te muito
E quero viver sempre ao pé de ti.
Querida Mãe, és o meu amor.
Eu gosto muito de ti
E és uma linda flor.
Estava deitado num lindo berço.
Quando te vi, iluminaste o meu coração.
Eu olhei para ti e cantaste-me uma canção.
Mãe, tu és uma estrela brilhante
E quando te vejo
És igual a uma estrela cintilante.
Mãe, és a que me dás carinho.
Eu gosto de ti,
Porque nunca me deixas sozinho.
Mãe, és a melhor Mãe do Mundo
Amo-te muito.
Por ti fazia tudo,
Porque és o meu amor profundo.
Mãe, és a maior flor do Mundo
Eu a ti
Nunca te deixaria no fundo.
Mãe, és a maior flor que eu já vi
E nunca no Mundo
Encontrei uma flor igual a ti.
Mãe, és a mais bonita que eu já vi.
E jamais vi
Uma mãe igual a ti.
Mãe, eu por ti faço tudo
Mesmo ir dar a volta ao Mundo.
Um grande beijo do teu filho
David - 4.º ano
Origem da celebração do Dia da Mãe!!
Author: Pires // Category:
O Dia das Mães tem a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Annie Jarvis, perdeu a sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães alastrou -se pelos Estados Unidos e, em 1914, a sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.Em Israel, por exemplo, o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro.
Este dia varia de país para país.
Em Portugal festeja-se no primeiro Domingo de Maio.
Minimat...Projecto PmatE em Aveiro....
Author: Pires // Category:Mesmo sem recursos informáticos....foram corajosos e participaram!!
Para os cinco que não puderam ir....mil beijinhos e parabéns por terem apoiado os colegas!!!
Trabalho a pares....
Author: Pires // Category:
A Fábula dos feijões cinzentos.
No país «Jardim à Beira Mar Plantado» viviam muitos feijões.
Eles chamavam-se Carrapato, Fidalgo, Frade, Vermelho Verde, Galego, Canário, Moleiro, Preto, Catarino, Manteiga, Rajado e Rasgado.
O feijão Preto era da população Africana.
O feijão Rasgado e o feijão Verde eram da PIDE.
Os feijões Carrapato, Fidalgo e Frade eram da ditadura.
O Vermelho e o Catarino eram os que se vissem as palavras paz, revolução, fraternidade, igualdade e outras acusavam as pessoas e elas iam presas.
O feijões Galego, Canário, Moleiro e o Manteiga eram da população portuguesa.
Esta história em feijões que nós lemos, conta-nos de forma divertida a época da ditadura e a revolução do 25 de Abril , o dia da liberdade.
Marcelo e Dave - 4.º ano
No país «Jardim à Beira Mar Plantado» viviam muitos feijões.
Eles chamavam-se Carrapato, Fidalgo, Frade, Vermelho Verde, Galego, Canário, Moleiro, Preto, Catarino, Manteiga, Rajado e Rasgado.
O feijão Preto era da população Africana.
O feijão Rasgado e o feijão Verde eram da PIDE.
Os feijões Carrapato, Fidalgo e Frade eram da ditadura.
O Vermelho e o Catarino eram os que se vissem as palavras paz, revolução, fraternidade, igualdade e outras acusavam as pessoas e elas iam presas.
O feijões Galego, Canário, Moleiro e o Manteiga eram da população portuguesa.
Esta história em feijões que nós lemos, conta-nos de forma divertida a época da ditadura e a revolução do 25 de Abril , o dia da liberdade.
Marcelo e Dave - 4.º ano
Semelhanças entre a Fábula dos Feijões Cinzentos e o 25 de Abril de 1974 em Portugal
Author: Pires // Category:
Emanuel - 3.º ano
Jardim à Beira Mar Plantado ------25 de Abril de 1974
Os feijões de orelhas e olhos enormes-----Os homens da PIDE
Os feijões governantes -------------------O governo/ditadura
Os feijões pretos--------------------------O povo africano
Os feijões soldados--------------------Os soldados portugueses
Um Jardim à Beira Mar Plantado-----Portugal banhado pelo mar
A revolução dos feijões------A revolução dos soldados no 25 de Abril
A guerra na terra dos feijões pretos-------A guerra em África
Os feijões revoltados---------------------O povo revoltado
Os feijões pretos queriam
governar sozinhos o seu país ------O povo africano queria ser livre
Os feijões cinzentos-------As pessoas sem liberdade/oprimidas
Lápis que comia palavras--Governo que não deixava falar as pessoas
Palavras proibidas: Liberdade,
igualdade, fraternidade--Não podiam ser escritas nem cantadas
Um jardim rectangular---O mapa de Portugal/com forma rectangular
Na Primavera nasceram cravos vermelhos--Abril/Primavera/cravos vermelhos/espingardas
O cravo tem cor vermelha quando os feijões
voltam às cores normais-----O cravo vermelho é o símbolo da Liberdade
Liberdade é termos direitos e deveres!
Termos regras, respeitar a lei, expressarmos a nossa opinião.
Liberdade é sermos críticos e reflexivos.
É podermos escrever, falar, cantar....sem medos!!!
Joana - 3.º ano
Jardim à Beira Mar Plantado ------25 de Abril de 1974
Os feijões de orelhas e olhos enormes-----Os homens da PIDE
Os feijões governantes -------------------O governo/ditadura
Os feijões pretos--------------------------O povo africano
Os feijões soldados--------------------Os soldados portugueses
Um Jardim à Beira Mar Plantado-----Portugal banhado pelo mar
A revolução dos feijões------A revolução dos soldados no 25 de Abril
A guerra na terra dos feijões pretos-------A guerra em África
Os feijões revoltados---------------------O povo revoltado
Os feijões pretos queriam
governar sozinhos o seu país ------O povo africano queria ser livre
Os feijões cinzentos-------As pessoas sem liberdade/oprimidas
Lápis que comia palavras--Governo que não deixava falar as pessoas
Palavras proibidas: Liberdade,
igualdade, fraternidade--Não podiam ser escritas nem cantadas
Um jardim rectangular---O mapa de Portugal/com forma rectangular
Na Primavera nasceram cravos vermelhos--Abril/Primavera/cravos vermelhos/espingardas
O cravo tem cor vermelha quando os feijões
voltam às cores normais-----O cravo vermelho é o símbolo da Liberdade
Liberdade é termos direitos e deveres!
Termos regras, respeitar a lei, expressarmos a nossa opinião.
Liberdade é sermos críticos e reflexivos.
É podermos escrever, falar, cantar....sem medos!!!
Joana - 3.º ano
Fábula dos Feijões Cinzentos...conhecimentos prévios sobre o 25 de Abril
Author: Pires // Category:Um dia os feijões Carrapato, o Fidalgo e o Frade, os ditadores, tiraram o Sol, a Água e o Ar ao povo. Eles, o povo, ficaram cinzentos.
A PIDE, o Rasgado e o Verde, fizeram um lápis que comia as palavras que não se podiam dizer no reino: Igualdade, liberdade, paz, sossego, fraternidade, ... Também tinham grandes orelhas e grandes olhos para acusarem quem falasse mal dos mandões.
Os feijões brancos, os rajados e os pretos partiram para a terra dos feijões pretos, em África, para lutarem. Estes, já fartos de lutarem na terra dos feijões pretos, decidiram fazer uma revolução. Atacaram os feijões ditadores e recuperaram o Ar, a Água e o Sol.
Os feijões cinzentos voltaram a ter as suas cores normais. Voltaram a ter liberdade.
A Primavera chegou e os jardins ficaram cheios de cravos vermelhos.
Ana Sofia - 3.º Ano






