A Terra que gostaríamos de continuar a ter...a Terra no futuro

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Em dois grupos decidimos representar a Terra que gostaríamos de continuar a ter e a Terra daqui por alguns anos!!!
Pintámos essas duas realidades!!!

Dia Internacional da Terra

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Cada vez se comemoram mais "Dias" disto ou daquilo, dizem os meninos!
De facto, o dia 22 de Abril é dedicado à Terra!
Ela está em constante perigo por desleixo de quem nela habita....TODOS NÓS!
Na sala fizemos um bom debate sobre o planeta Terra e todo o mal que os seus habitantes lhe fazem. Foi um debate tão rico que ninguém conseguiu ficar calado...
Quando decidimos passar essa ideias para uma folha de papel, em pequenos grupos, muitas delas ficaram no ar...
O nosso grupo opinou o seguinte sobre a problemática que vive a Terra.
Para protegermos a Terra devemos, primeiro, gostar muito dela!!
Não botar vidros para as florestas;
Apanhar o lixo e não fazer fogueiras nas florestas;
Limpar as matas;
Nas cidades as fábricas fazem muito fumo e temos que chamar a atenção das pessoas que lá trabalham, para colocarem filtros nas chaminés;
Aproveitar a energia do sol, utilizando painéis solares;
Andar menos de carro e andar mais de bicicleta e a pé;
Em casa devemos separar o lixo;
Nas escolas devemos aproveitar materiais recicláveis para fazer trabalhos;
Devemos escrever anuncios para jornais, fazer cartazes, textos para blogues, programas de televisão e de rádio para chamar a atenção das pessoas;
Fazer acções de sensibilização junto dos pais e das pessoas das aldeias, vilas e cidades para que protejam a Terrra;
A camada do dióxido de carbono que vai para a atmosfera vai abrir mais e mais o buraco do Ozono e, daqui por alguns anos, a Terra vai ficar uma bola de fogo ou de água;
Os continentes vão desaparecer...tudo acabará!!

Um dia...noutro planeta...um qualquer menino....ouvirá a história do planeta fogo....

Trabalho de Grupo:
Ana Rita, Ana Sofia, Emanuel - 3.º ano
David, Dave, Rosana - 4.º ano

A Doutora Cátia...

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Hoje, de manhã, tive uma consulta ,às 9 horas, com a doutora Cátia.
A doutora Cátia fez-me perguntas de muitas coisas e mostrou-me jogos. Fez-me perguntas de matemática mas não sabia algumas, o resto disse tudo bem. Os jogos eram muito bonitos.
Fiz um puzzle e fiz um jogo de cubos. Fiz os jogos todos.
Quando sai entrou o Gabriel.
Fui tomar um pingo com a minha mãe e depois fui ver os comboios e vi muitas coisas antigas.
Eu gosto muito da doutora Cátia, porque é minha amiga.
Eu gostei do dia de hoje.

Dave 4ºano

O castanho.....Elefante Zacarias

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Actividade Individual

Um dos temas abordado na história "O Elefante Zacarias" é a cor e a sua relação com as coisas da Natureza.
O que é e o que significa para ti a cor castanha?

"O castanho é uma cor doce como o chocolate."

"O castanho é a cor da terra."

"O castanho é a cor do batom que a mãe usa."

"O castanho é uma cor triste, mas existe na Natureza."

"Eu gosto do castanho, porque é a cor da minha camisola preferida."

"O castanho é a cor da mala da professora."

"Os olhos também são castanhos."

" O caixilho do quadro da escola é castanho."

" O castanho faz-se com o vermelho e com o verde."

"Os troncos das árvores são castanhos."

"O castanho é quentinho, porque está na lenha com que acendemos a lareira."

" A castanha tem a cor castanha e é muito boa."

TRABALHO DE GRUPO...O ELEFANTE ZACARIAS...

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A amizade é um valor de extrema importância na história "O elefante Zacarias". A diferença é motivo de rejeição, mas também de protecção. Descreve um amigo e todos os sentimentos que tens por ele, tendo em conta as suas diferenças e semelhanças em relação a ti.

Nós vamos descrever uma amiga e colega nossa , chamada Bárbara. Ela tem 15 anos e é deficiente.
Nós brincamos com ela à bola, à macaca e ela é muito divertida.
Gostamos muito da Bárbara, porque ela brinca connosco e acompanha-nos desde pequena.
Ela tem uma deficiência, mas é boa pessoa, porque é amiga de todos.
Apesar da deficiência que ela tem é uma pessoa igual a nós, tem os mesmos sentimentos e direitos.
A Bárbara vem acompanhada por uma senhora, que toma conta dela, todas as manhãs, de Segunda a Quinta- feira.
A amizade dela é tão importante para nós, como a nossa para ela.
Ela gosta muito da professora Adosinda, porque a faz rir, traz-lhe brinquedos para ela se distrair.
Nós gostamos muito da nossa amiga Bárbara e ajudamo-lo sempre que ela precisa.

David Santos 4º ano
Marcelo Barbosa 4º ano
Dave Machado 4º ano
Ana Rita Fontoura 3º ano

Actividade de Grupo....O Elefante Zacarias!

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Escreve num diário(imaginário) o acontecimento que ouviste ou viste na história que mais te impressionou.
Imagina-te a ratinha Aninhas.

O Diário da Ratinha
Querido diário, vou-te contar um segredo: Hoje, conheci um elefante chamado Zacarias. Ele é deficiente visual. Todos os elefantes têm medo de mim, só menos o Zacarias.
Eu tornei-me amiga dele e ensinei-lhe as cores e o que se passava no mundo.
O grupo do Bolo foi gozar com ele, mas quem gozou com ele foi o elefante Zacarias. Ele expulsou o grupo do Bolo e eu comecei-me a rir como uma louca.
Com a minha ajuda e com a minha amizade ele conseguiu ficar com mais protecção e com mais força para expulsar o grupo do Bolo.
Achas que fiz uma boa acção?
Eu fiquei feliz com a atitude do Zacarias.

Ana Sofia 3º ano.
Joana 3º ano.
Lara 3º ano.
Cristiana 4º ano.
Emanuel 3º ano.
18/04/08

Sinopse da história "O Elefante Zacarias"

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Zacarias é um elefante cego, diferente em muitos aspectos dos demais colegas.
Este elefante não tem medo aos ratos devido à particularidade que o caracteriza, a cegueira e, num momento da sua vida, faz amizade com uma ratinha também ela especial e diferente dos seus congéneres. Esta ratinha é branca e os seus pais deram-lhe o nome de Aninhas.
É uma ratinha diferente dos demais ratos, por não ser atroz.
Preza a amizade e respeita muito a diferença.

Filme onde o Professor Armando conta como cegou.......

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A visita do Professor Armando à nossa escola...

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O Professor Armando é invisual, muito comunicativo e inteligente.
Ele contou-nos que ficou cego com sete anos, numa brincadeira perigosa de crianças!!!
Foi para o colégio Interno para cegos, no Porto, onde aprendeu a ler, a escrever, a cozinhar, andar de bicicleta, ....e formou-se em professor de História e Português.
Veio à nossa escola explicar e mostrar-nos as máquinas para escrever e ler Braile.
Ofereceu-nos um abecedário em Braile e deixou-nos escrever algumas palavras na máquina. É claro que ele consegue manipular melhor e com mais rapidez aquelas teclas!
Mostrou-nos o computador em Braile e nós ficámos encantados.
Nós pintámos um quadro em tela, com tintas a óleo e de olhos fechados, que oferecemos ao professor para que ele sinta o nosso carinho!!!
Adorámos esta aula e o professor Armando.
A história de vida dele parece a do Louis Braile, o pai do sistema Braile!

Os alunos do 3.º e 4.º anos da EB1 de Vila Nova de Veiga

Todos tivemos oportunidade de escrever algo...

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Ensinou-nos a escrever o Braile na máquina com as sete teclas

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Pudemos experimentar a escrita no computador...

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Vimos o computador para Braile

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Identificámos o alfabeto em Braile e escrevemos em letra impressa

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Pudemos passar os dedos em folhas com escrita Braile

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Ofereceu-nos um alfabeto, as letras acentuadas e os sinais de pontuação

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Máquina para escrever Braile...já com as seis teclas de Braile e a do meio, sétima, para dar o espaço

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O professor Armando veio à nossa escola...apresentou o sistema tradicional para escrever Braile

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O professor Armando veio à nossa escola...apresentar o sistema Braile

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A nossa Bárbara joga à macaca...

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Maria Alberta Meneres fez-nos companhia nesta aventura!!!

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Eu leio e eles fantasiam...

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A história é fascinante!!!

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Lemos uns para os outros...

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Arregaçam-se as mangas.....e tudo fica mais belo!!

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Jardinar também faz parte do nosso projecto!!

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Apalpar os pontinhos que formam as sessenta e três combinações, de olhos fechados....

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Apalpar os pontinhos que formam as sessenta e três combinações, de olhos fechados....

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Apalpar os pontinhos que formam as sessenta e três combinações, de olhos fechados....

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Ser cego, não é ser inútil!!! Podem-se fazer coisas maravilhosas ...

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Experimentem....é uma sensação única que nos leva a reflectir!!

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O produto final!!! que divertido!!!

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Todos juntos terminámos o trabalho!!!

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Põe-te na pele do outro...pinta na tela com o dedo, mas tapa os olhos...

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DIOGO GOMES, MARCELO BARBOSA, CRISTIANA MENDES, SARA RODRIGUES- 11/04/08

PINTURA A ÓLEO COM O DEDO E DE OLHOS FECHADOS.

Hoje, a professora trouxe-nos tinta a óleo e uma moldura de gesso para pintarmos com os olhos fechados.
Antes de começarmos a pintar, a professora explicou-nos como devíamos fazer.
A professora, pintou a tela de branco e pôs as tintas de várias cores numa folha.
Nós misturamos as tintas com um dedo e depois começámos a pintar, um a um ,com os olhos fechados.
Ao acabarmos de pintar fomos lavar os dedos.
Aos termos os dedos lavados metemo-los noutra cor diferente e pintámos em conjunto.
Pintámos com os olhos fechados, porque temos andado a dar o Braille e quem o inventou.
Esta actividade serviu para nos pormos na pele dos outros e ver o quanto custa ser-se cego.

Põe-te na pele do outro...pinta na tela com o dedo, mas tapa os olhos...

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Põe-te na pele do outro...pinta na tela com o dedo, mas tapa os olhos...

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Expressão Plástica

Pintura a óleo com o dedo e de olhos fechados

Hoje, à tarde, fizemos uma actividade de Expressão Plástica.
A professora deu-nos uma tela para nós pintarmos com os dedos, de olhos fechados.
A professora explicou-nos como havíamos de pintar.
Ela meteu na mesa tintas a óleo e uma tela.
Cada um escolheu uma cor para pintar na tela.
Depois passámos o dedo na tela com a cor que cada um escolheu e fizemos um desenho aos ziguezagues com cores diferentes.
Ao acabarmos fomos lavar os dedos e ao chegarmos à sala fomos ver os desenhos de todos.
Se nós também fossemos cegos sentíamos dificuldades, como vimos neste trabalho.
Não foi fácil fazer este trabalho, porque saímos da tela ao passarmos o dedo com a tinta.
Nós adorámos esta actividade.

Emanuel Aleixo 3ºano
David Santos 4ºano
Dave Machado 4ºano
Ana Rita Fontoura 3ºano
Ana Sofia Cunha 3ºano

Põe-te na pele do outro...pinta na tela com o dedo, mas tapa os olhos...

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Trabalho de grupo de Expressão Plástica

Nós, hoje, fizemos uma actividade de expressão plástica, em grupo.
A professora trouxe-nos tintas a óleo e telas.
Cada um de nos escolheu uma cor e pintou-a na tela com os olhos fechados. Nós pintámos com os olhos fechados para nos pormos na pele dos deficientes visuais.
Nós pintámos todos ao mesmo tempo na tela com combinações de cores e imitamos os cegos.
A actividade foi muito divertida.
Nós gostámos muito deste trabalho, porque percebemos que ser cego é difícil e nem sempre a sociedade se preocupa com eles.

Lara 3.º ano, Joana 3.º ano, Gabriel 4.º ano e Rosana 4.º ano

Preenche as lacunas do texto tendo em atenção os tempos verbais, sinónimos, adjectivos, determinantes...

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Aproveitando o começo da história desenvolve o seu desenrolar, com a ajuda de todos os elementos do grupo...

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Organiza as frases e forma a história. Atenção às frases Fantasma!!

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PROPOSTA DE TRABALHO DE GRUPO

Completa a história inacabada, começando por completar a frase e continuando a história, dando oportunidade a todos os elementos do grupo. Ao sinal do professor pára de escrever e passa a folha ao colega que se encontra do teu lado direito. No final lê a história para toda a turma


Louis Braille
(1809 – 1852)

Louis Braille era um menino cujo pai, Simon Braille, fazia selas e arreios para cavalos, era correeiro, mas de tal qualidade que as pessoas vinham de muito longe encomendar-lhe estes trabalhos. A sua oficina em ______________________________________________

Assim aprendemos a compreeder melhor os textos...

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História de Louis Braille
Louis Braille
(1809 – 1852)

Lembrei-me de vos apresentar um personagem que, apesar de cego, deixou à humanidade um legado precioso.
– Quem Sabidinho? – quis saber o Quico.
– Eu acho que foi Braille!
– E achas muito bem, Carlitos – confirmou o Sabidinho.
– Como é que ele ficou cego? – perguntou de novo o Quico.
– Vou contar-vos: O pai, Simon Braille, fazia selas e arreios para cavalos, era correeiro, mas de tal qualidade que as pessoas vinham de muito longe encomendar-lhe estes trabalhos. A sua modesta oficina em Coupvray, na França, era o lugar favorito do filho, Louis, que tinha na altura três anos de idade. Era o maior admirador da arte do pai. Um dia, disse-lhe:
“Papá, vou fazer uma sela…posso usar o seu furador?”
“Nem pensar, meu filho! Estas ferramentas são muito perigosas para as crianças. Promete-me que não vais tocar nelas!”
O Louis prometeu, mas não muito convencido. Não conseguia pensar em mais nada a não ser em fazer uma sela. Um dia em que estava sozinho, não resistiu à tentação. Subiu a uma cadeira e segurando o furador com as mãozinhas gorduchas, tentou furar o couro, mas não conseguiu. Quando se inclinou para fazer mais força, escorregou, caiu para a frente e aquela ferramenta pontiaguda feriu-lhe o olho. Ele gritava, tapando os olhos, enquanto o sangue jorrava. O pai levou-o imediatamente ao hospital, mas não se pôde fazer nada e o Louis ficou irremediavelmente cego.
– Que pena!
– É tão triste!
– Os miúdos às vezes são tão inconscientes!
Isto diziam os amiguinhos, consternados, depois de ouvirem este episódio da vida de Louis Braille.
- É verdade – confirmou o Sabidinho – que a escuridão e o desânimo trouxeram muita tristeza ao coração do Louis. Mas, passados os primeiros tempos, com o seu temperamento activo e optimista, ele conseguiu vencer a maior parte das dificuldades. Tinha tanta vontade de aprender que o professor da aldeia encontrou, naquele rapazinho invisual, um aluno atentíssimo.
– Como é possível? – duvidou o Quico.
– Vou ler os meus apontamentos para vocês perceberem melhor o que foi a vida deste jovem deficiente:
“Aos sete anos, o seu professor consegue interná-lo no Instituto de Cegos de Paris. Ele nunca mais abandonou esta instituição. Primeiro frequentou-a como aluno e aos dezoito anos tornou-se professor. Foi sempre o primeiro da classe, mas a cegueira era uma limitação para a sua enorme vontade de aprender. Pensava dia e noite nos cegos que, por não terem preparação, eram forçados a pedir esmola. Assim, começou um exaustivo trabalho que consistia em substituir, com vantagem, o alfabeto para cegos que já existia.”
Depois, o Sabidinho foi buscar um quadro e começou a explicar:
– Os caracteres Braille são feitos de muitos pontinhos em relevo, que os cegos lêem com as pontas dos dedos. Com seis pontinhos em várias posições consegue-se obter sessenta e três combinações. O Louis apresentou este código ainda antes de fazer quinze anos. É um sistema que serve não só para ler, mas também para escrever, o que veio a trazer muitas vantagens ao desenvolvimento cultural dos cegos.
Todos quiseram ver bem o quadro, experimentar com os dedos, fazer frases… O seu método foi publicado na Europa e na América, quando ele tinha apenas vinte anos. Depois o Sabidinho concluiu:
- Hoje, existem centenas de livros escritos em Braille, graças ao rapazinho que, da sua própria tragédia, soube tirar forças para minorar a solidão de tantos outros como ele. Este método facilitou a existência de manuais para as várias actividades, incluindo as artes musicais.
Louis Braille, além de professor, foi organista em várias igrejas. Não era muito robusto e aos 29 anos contraiu uma doença perigosa na época, a tuberculose. Faleceu em 1852, aos 43 anos. No fim da sua vida declarou:
“Choro de consolação… porque sei que a minha vida não foi inútil.”

Fonte: Amigos Célebres, Edições NOSSO AMIGUINHO (3)

Nós trouxemos isto ....que é antigo...

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Coisas Antigas...que ajudaram o mundo a ser o que é hoje....

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Dia Internacional do Livro Infantil

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No dia 2 de Abril , Dia Internacional do Livro Infantil, toda a turma leu a lenda de kapil.
"Kapil era um menino que vivia na Índia antiga e que adorava ler.
Nas folhas das palmeiras ele conseguia esclarecer todas as suas curiosidades e dúvidas.
A sua paixão pela leitura era tanta que ele fazia todas as suas tarefas sem tirar os olhos das folhas da palmeira, onde eram escritas as histórias e toda a informação.
Num dos recados que fez à mãe, ao percorrer um percurso, Kapil bateu com os pés nas pedras e sangrou.
Nesse percurso apareceu-lhe a Deusa do Estudo que lhe concedeu um desejo.
O seu pedido foi concedido, ele passou a ter dois olhos nos pés.
Kapil tornou-se um dos maiores sábios da Índia."
Fizemos marcadores para livros e cada um de nós escreveu neles frases sobre o livro.
Adorámos esta actividade!!!
O livro faz-nos sonhar!!!

Texto em Grupo (3.º e 4.º anos)

Pinturas Rupestres...

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Hoje estivemos a ver e a analisar as figuras rupestres de Vila Nova de Foz Côa.
Fizemos este trabalho porque estivemos a falar nas várias formas de comunicarmos uns com os outros.
Concluímos que os nossos antepassados eram uns grandes artistas a desenhar e a pintar figuras nas paredes das grutas e das cavernas. Desenhavam e pintavam imagens das caçadas e de trabalhos em comunidade. Os animais domésticos eram muito retratados nessas pinturas.
Estas figuras devem ser guardadas para que as crianças e os adultos as possam ver. Elas são engraçadas e bonitas.
Todas as antiguidades são intressantes , porque era tudo feito à mão pelos antigos. Não havia máquinas como hoje em dia.
Estas coisas antigas tornam-se famosas, são visitadas por muita gente, porque são coisas muito interessantes.

Diogo 4.º ano
Ilustração: Sara 3.º ano

Braile...

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Nós, ontem, estivemos a ver o que era o Braile .
O Braile é o código que usam os cegos para escreverem e lerem.
A professora mandou-nos fechar os olhos e passámos o dedo numa folha onde sentimos pontinhos altos. Fizémo-lo da mesma forma como se pratica na leitura, da esquerda para a direita e de cima para baixo.
Os cegos como já sabem o que esta lá escrito, apalpam e lêem como se fossem pessoas como nós, com visão saudável.
Os invisuais (cegos) já sabem sentir e ler o que está lá escrito. Nos medicamentos ou em outras coisas também se vê o Braile.
Para nós passarmos o dedo é difícil, mas para os cegos e fácil. Teve de ser a professora a decifrar a mensagem.
Os cegos já tem o tacto apurado e já lêem bem.

Marcelo 4.º ano